Categoria: EM CARTAZ

  • Divulgados os filmes da mostra gaúcha de longas do 40º Festival de Gramado

    Todo o ano o Festival de Cinema de Gramado realiza a Mostra Gaúcha de Longas-Metragens paralelo às mostras competitivas. Neste ano os seis filmes que serão exibidos serão “A Casa Elétrica”, de Gustavo Fogaça; “Contos Gauchescos”, de Henrique de Freitas Lima; “Da Lua”, de Rodrigo Pesavento, Tiago de Castro e Fernanda Krumel; “Espia Só”, de Saturnino Rocha; “Referendo”, de Jaime Lerner; e “Xico Stockinger”, de Frederico Mendina.

    As exibições estão programadas para a tarde. As produções inéditas fazem parte do Edital de Apoio a Projetos de Finalização de Obra Cinematográfica Brasileira de Longa-Metragem apresentado pela Secretaria do Estado da Cultura em 2011.

    via: http://wp.clicrbs.com.br/blogerlerina/2012/07/23/divulgados-os-filmes-da-mostra-gaucha-de-longas-do-40%C2%BA-festival-de-gramado/

  • SALA P. F. GASTAL DEDICA PEQUENA MOSTRA A ROMAN POLANSKI

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    No momento em que seu mais recente filme, Deus da Carnificina (Carnage), está em cartaz nos cinemas de Porto Alegre, a Sala P. F. Gastal da Usina do Gasômetro (3º andar) realiza a partir de terça-feira, 17 de julho, uma pequena mostra dedicada ao grande diretor polonês, exibindo cinco de seus trabalhos, incluindo dois de seus títulos menos conhecidos, Macbeth e Que?. A mostra Cinco Vezes Polanski pode ser conferida em duas sessões diárias, 15h e 19h, e permanece em cartaz até o dia 29 de julho. As exibições são em DVD e contam com o apoio da distribuidora MPLC.

    Já na sessão das 17h, a Sala P. F. Gastal segue exibindo o longa gaúcho Alice Diz:, de Beto Rôa.
    No sábado, dia 21 de julho, o cinema da Usina do Gasômetro recebe a segunda edição da Sessão Aurora, promovida mensalmente pelos editores da nova revista de cinema Aurora. Na ocasião, será exibido o clássico Contrastes Humanos, de Preston Sturges.
    Programação
    A Faca na Água (Noz w Wódie), de Roman Polanski (Polônia, 1962, 94 minutos). Com Leon Niemczyk, Jolanta Umecka e Zygmunt Malanowicz.
    Christine é uma jovem atraente que ao lado de seu parceiro Andrzej, um colunista de esportes, passeia de carro quando um jovem pula na frente do automóvel do casal. Após o susto inicial, Andrzej oferece uma carona ao jovem e o convida para continuar o passeio em seu iate. É o início de um triângulo de atração, tensão e ódio conduzido com maestria pelas mãos de Polanski, recém-saído da famosa escola de cinema de Lodz, neste que é seu primeiro longa. Exibição em DVD.
    O Bebê de Rosemary (Rosemary’s Baby), de Roman Polanski (EUA, 1968, 136 minutos). Com Mia Farrow, John Cassavetes e Ruth Gordon.
    Adaptação do romance bestseller de Ira Levin sobre casal novaiorquino que espera seu primeiro filho. Como a maioria das mulheres que são mães pela primeira vez, Rosemary (Mia Farrow) está confusa e receosa. Seu marido (John Cassavetes), um ambicioso mas malsucedido ator, faz um pacto com o demônio pela promessa de vencer na carreira. Mas tudo pode ser apenas imaginação da perturbada Rosemary. Polanski tira extraordinárias interpretações de todo o seu elenco (Ruth Gordon ganhou um Oscar por seu papel, como a assustadora vizinha), neste clássico do cinema de horror. Exibição em DVD.
    Macbeth (Macbeth), de Roman Polanski (EUA/Inglaterra, 1971, 140 minutos). Com Jon Finch, Francesca Annis e Martin Shaw.
    Macbeth, o herói de guerra escocês, é persuadido por sua esposa (Francesca Annis) a matar o Rei Duncan (Nicholas Selby) e tomar seu trono. Macbeth acaba se envolvendo em mais assassinatos e decadência moral para manter seu reinado, enquanto sua mulher se perde em sentimentos de culpa e loucura. Violenta e sombria adaptação da peça de William Shakespeare, que Polanski dirigiu ainda sob o impacto do assassinato de sua esposa Sharon Tate pelos fanáticos de Charles Mason. Exibição em DVD.
    Chinatown (Chinatown), de Roman Polanski. (EUA, 1974, 130 minutos). Com Jack Nicholson, Faye Dunaway e John Huston.
    Jack Nicholson é o detetive J. J. Gittes, contratado por uma bela socialite (Faye Dunaway) para investigar o caso extraconjugal de seu marido. Gittes é colhido num furacão de situações dúbias e traições mortais, numa trama que envolve incesto e corrupção. Brilhante releitura de Polanski do filme noir americano, neste que é um de seus trabalhos mais bem sucedidos. Exibição em DVD.
    Que? (Che?), de Roman Polanski. (França/Itália/Alemanha, 1972, 115 minutos). Com Marcello Mastroianni, Sydne Rome e Hugh Griffith.
    Quando está viajando pela Itália de carona, Nancy (Sydne Rome), uma jovem mulher americana, está a ponto de ser violada. Consegue escapar mediante um teleférico, que leva diretamente à luxuosa mansão de Joseph Noblart (Hugh Griffith), um senhor idoso que está agonizando. O guarda a confunde com uma convidada e a instala num dos quartos. No dia seguinte, Nancy descobre os curiosos costumes dos estranhos personagens que estão alojados na mansão. Um dos grandes fracassos da carreira do diretor polonês, ainda hoje é seu filme menos visto. Exibição em DVD.
    GRADE DE HORÁRIOS
    Semana de 17 a 22 de julho de 2012
    Terça-feira (17 de julho)
    15:00 – A Faca na Água
    17:00 – Alice Diz:
    19:00 – Macbeth
    Quarta-feira (18 de julho)
    15:00 – Que?
    17:00 – Alice Diz:
    19:00 – Chinatown
    Quinta-feira (19 de julho)
    15:00 – A Faca na Água
    17:00 – Alice Diz:
    19:00 – O Bebê de Rosemary
    Sexta-feira (20 de julho)
    15:00 – Que?
    17:00 – Alice Diz:
    19:00 – Macbeth
    Sábado (21 de julho)
    15:00 – A Faca na Água
    17:00 – Sessão Aurora (Contrastes Humanos), seguida de debate com os editores da revista Aurora
    Domingo (22 de julho)
    15:00 – Que?
    17:00 – Alice Diz:
    19:00 – Chinatown
  • LONGA BRASILEIRO SEGUE EM CARTAZ NA SALA P. F. GASTAL

    LONGA BRASILEIRO SEGUE EM CARTAZ NA SALA P. F. GASTAL

    A Sala P. F. Gastal da Usina do Gasômetro (3º andar) segue exibindo até domingo, dia 15 de julho, o longa brasileiro Mulher à Tarde, de Affonso Uchoa. Primeiro longa metragem do diretor, que é paulista mas vive em Minas Gerais, Mulher à Tarde participou da mostra competitiva do festival CineEsquemaNovo em 2011, onde teve sua primeira exibição na Sala P. F. Gastal. O filme acompanha o cotidiano de três jovens mulheres, que vivem juntas em uma grande cidade do Brasil, e atravessam momentos cruciais na vida.

    Filmado em Belo Horizonte, com um orçamento de curta-metragem, Mulher à Tarde foi criado em um regime diferenciado da maioria das produções: equipe reduzida, formada em grande maioria por amigos e com um período de ensaios e filmagem mais alongado, sem a intensidade e ritmo industrial dos sets habituais. O filme é focado nos gestos mínimos, sua atenção é depositada na beleza das ações e fatos cotidianos. Três personagens e um espaço comum são suficientes para pensar o mundo atual através da tensão entre a existência íntima das personagens e a cidade ao seu redor. Três jovens vivendo conjuntamente em uma grande cidade do Brasil. Cada uma com seu mundo próprio. Todas tendo de se dividir entre resolver a vida e cumprir as tarefas cotidianas.

    Mulher à Tarde foi exibido em diversos festivais como a 13ª Mostra de Tiradentes e o 29º Festival Internacional do Uruguai durante os anos de 2010 e 2011. Agora, chega aos cinemas, cumprindo uma etapa que poucos filmes independentes e de baixo orçamento alcançam no Brasil: ser colocado em cartaz à disposição do público de cinema. Para tanto, o diretor Affonso Uchoa preparou um esquema de distribuição independente, iniciado pelo Cinesesc de São Paulo, e que agora chega a Porto Alegre, na Sala P. F. Gastal. “É preciso romper essa barreira de obscuridade que o circuito comercial impõe à produção autoral brasileira e criar espaços para que os filmes mais arriscados possam ser vistos e apreciados como merecem, e a distribuição de Mulher à Tarde é mais uma iniciativa nesse sentido, a lutar para que o cinema brasileiro mais experimental possa chegar aos olhos e mentes das pessoas”, afirma Uchoa.

    Para o crítico Fábio Andrade, da revista eletrônica Cinética, um dos apectos mais interessantes do filme é sua relação com a pintura: “Mulher à Tarde parte da ideia de instante pregnante, que é tirada não exatamente do cinema, mas da pintura e da fotografia: o recorte de uma pose dentro de uma duração de instantes quaisquer, que é o momento que, idealmente, expressa a essência do que se dá nessa duração. Entrecortado por cartelas que parafraseiam os títulos descritivos tão comuns na pintura (Mulher com o sol sobre os joelhos; mulher deitadaetc), Mulher à Tarde usa o cinema para dar acesso justamente ao que está ausente das pinturas: a maneira como a sucessão de instantes quaisquer conduz à fixação de um deles como um instante pregnante. Ao fim de cada parte, a ação das personagens desemboca naquela que intitulava sua respectiva parte, e somos conduzidos a uma nova ação. O instante pregnante vem carregado por aquilo que antecede a pose, e é reconfigurado na migração da pintura para o cinema.”

    Mulher à Tarde pode ser conferido em duas sessões diárias, às 15h e 19h. Na sessão das 17h, a Sala P. F. Gastal recoloca em cartaz o longa gaúcho Alice Diz:, de Beto Rôa.

    Contatos do diretor Affonso Uchoa para entrevistas:

    affonsouchoa@gmail.com

    Mulher à Tarde, de Affonso Uchoa. Brasil, 2010. Drama. Com Renata Cabral, Luísa Horta e Ana Carolina Oliveira. Duração: 82 minutos.

    GRADE DE HORÁRIOS

    Semana de 10 a 15 de julho de 2012

    Terça-feira (10 de julho)

    15:00 – Mulher à Tarde

    17:00 – Alice Diz:

    19:00 – Mulher à Tarde  

    Quarta-feira (11 de julho)

    15:00 – Mulher à Tarde

    17:00 – Alice Diz:

    19:00 – Mulher à Tarde  

    Quinta-feira (12 de julho)

    15:00 – Mulher à Tarde

    17:00 – Alice Diz:

    19:00 – Mulher à Tarde  

    Sexta-feira (13 de julho)

    15:00 – Mulher à Tarde

    17:00 – Alice Diz:

    19:00 – Mulher à Tarde

    20:30 – Raros Especial Sexta-feira 13

    Sábado (14 de julho)

    15:00 – Mulher à Tarde

    17:00 – Alice Diz:

    19:00 – Mulher à Tarde  

    Domingo (15 de julho)

    15:00 – Mulher à Tarde

    17:00 – Alice Diz:

    19:00 – Mulher à Tarde

    Assista ao trailer: http://vimeo.com/8543849

     

  • RAROS ESPECIAL DE SEXTA-FEIRA 13 APRESENTA PAVOR NA CIDADE DOS ZUMBIS

    RAROS ESPECIAL DE SEXTA-FEIRA 13 APRESENTA PAVOR NA CIDADE DOS ZUMBIS

    Nesta sexta-feira 13, às 20h30, o projeto Raros da Sala P.F. Gastal (Usina do Gasômetro, 3° andar) apresenta o clássico gore oitentista Pavor na Cidade dos Zumbis (Paura nella Città dei Morti Viventi), do lendário diretor italiano Lucio Fulci. A sessão tem entrada franca e será comentada pelo jornalista Carlos Thomaz Albornoz.

    Na misteriosa cidade de Dunwich, um padre comete suicídio num antigo cemitério, desencadeando uma profecia que culminará com a abertura dos sete portais do inferno. No mesmo instante em Nova Iorque, durante uma sessão mediúnica, a jovem sensitiva Mary (Catriona MacColl) tem um colapso após ter visões de um futuro apocalíptico, onde os mortos retornam das regiões infernais para subjugar a terra. Auxiliada por Peter (Christopher George), um jornalista obstinado, Mary viaja para Dunwich na tentativa de evitar que a profecia se concretize.

    A partir de Pavor na Cidade dos Zumbis o diretor Lucio Fulci romperia com a narrativa tradicional para elaborar uma trilogia (com a presença de MacColl) onde a razão seria sobrepujada pela lógica de um universo onírico macabro. Essa atmosfera de pesadelo, em que a narrativa formal é substituída por uma estrutura delirante, seria complementada com os filmes A Casa do Além (L’Aldilà, 1981) e A Casa do Cemitério (Quella Villa Accanto al Cimitero, 1981).

    A imaginação é mais forte quando pressionada pelos horrores do inferno, declararia Fulci, um diretor acostumado a conduzir suas tramas orquestrando cenas impactantes onde o corpóreo e o metafísico coexistem gerando medo e estranheza em meio a absurdos banhos de sangue. Em Pavor na Cidade dos Zumbis o diretor extrapola o seu gosto por detalhes grotescos fornecendo ao espectador um festival de atrocidades amparado em um roteiro abstrato, repleto de situações que ilustram o seu descompromisso com a razão em prol do choque, numa recusa consciente das convenções formais da narrativa cinematográfica. No universo peculiar de Fulci é possível as pessoas agirem normalmente após uma insólita chuva de vermes, ou  uma garota vomitar os próprios intestinos, numa das cenas mais repugnantes do cinema gore dos anos 1980. A cena onde Giovanni Lombardo Radice, ator fetiche do cinema de horror italiano, tem sua cabeça transpassada por uma furadeira industrial, e a sequência em que Catriona MacColl é enterrada viva, auxiliam a justificar o fato de Fulci ser conhecido como o poeta da crueldade.

    Pavor na Cidade dos Zumbis (Paura nella Città dei Morti Viventi). Itália, 1980, cor, 93 minutos. Direção: Lucio Fulci. Com: Catriona MacColl, Christopher George, Carlo De Mejo e Giovanni Lombardo Radice. ENTRADA FRANCA.

  • TRÊS VEZES POR SEMANA NA 38ª EDIÇÃO DO CURTA NAS TELAS

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    O projeto Curta nas Telas apresenta, de 6 a 19 de julho de 2012, o curta-metragem gaúcho Três Vezes por Semana, de Cris Reque. Na primeira semana, as exibições ocorrem na Sala 2 do Espaço Itaú de Cinema/ Unibanco Arteplex, nas sessões das 14h40, 17h, 19h20 e 21h40, acompanhando o longa E aí Comeu?, de Felipe Joffily.  5a. feira dia 12 não haverá a sessão das 21h40.
    TRÊS VEZES POR SEMANA é o nono dos 12 filmes selecionados na 38ª edição do Curta nas Telas a entrar em exibição.

    Sílvia é uma senhora solitária que acumulou frustrações e mágoas durante a vida. A aula de hidroginástica é sua única diversão: as colegas, as conversas, os passeios. A mesmice do cotidiano parece eterna, até que ela se transforma.

    TRÊS VEZES POR SEMANA, de Cris Reque (15min, 35mm, 2011)
    PRÊMIOS: 
    Melhor montagem no 39º Festival de Cinema de Gramado 2011 da Mostra Gaúcha.
    Melhor interpretação para Irene Brietzke e Melhor roteiro no 19º Festival Mix Brasil – Mostra Competitiva Brasil 2011.
    Melhor direção de arte no 2º Close Festival, Mostra Competitiva 2011.
    Ficha Técnica:
    Direção e roteiro: Cris RequeProdução Executiva: Karine Emerich

    Direção de Fotografia: Bruno Polidoro

    Direção de Arte: Valeria Tovar Verba

    Montagem: Alfredo Barros

    Trilha Sonora: Flu

    Edição de som e Mixagem: Cristiano Scherer

    Arte gráfica: Allan Sieber

    Produção: Cris Reque e Karine Emerich

    Elenco: Irene Brietzke, Marley Danckwardt, Ida Celina, Áurea Baptista, Darlene Glória, Patricia Soso, Fábio Rangel, Lúcia Panitz e Thiago Feldmann.

    Assistente de Direção: Janaina Fischer

    Direção de Produção: Jeanine Fornari

    Produção de Elenco: Simone Butelli

    Figurinista: Adriana Borba

    Produção de figurinos: Gina O´Donnell

    Som direto: Rafael Rodrigues

    Still: Tiago Coelho

    Assessoria de imprensa: Mariele Salgado Duran

     

    Financiamento: 11º. Prêmio IECINE

    Realização: Modus Produtora de Imagens

    Produtoras associadas: Contra Filmes e pH7 Filmes

     Sobre o Curta nas Telas
    O projeto Curta nas Telas é fruto de um convênio entre a Prefeitura Municipal de Porto Alegre, o Sindicato das Empresas Exibidoras do Rio Grande do Sul e a Associação Profissional dos Técnicos Cinematográficos do Rio Grande do Sul e Brasileira de Documentaristas (APTC – ABD/RS). O objetivo do projeto é divulgar a produção nacional de curtametragens, exibindo, no circuito de cinemas de Porto Alegre, os filmes selecionados. Em 37 edições, foram exibidos 257 curtas de todo o Brasil. Em 2011, o Curta nas Telas celebrou, com orgulho, 15 anos de existência, sedimentando sua importância na difusão do curtametragem nacional. Uma longevidade alcançada, principalmente, graças à excelência do audiovisual brasileiro.
  • SALA P. F. GASTAL REALIZA SESSÃO EM HOMENAGEM A CARLOS REICHENBACH

    A Sala P. F. Gastal da Usina do Gasômetro (3º andar) realiza na próxima sexta-feira, 29 de junho, às 20h30, uma sessão especial do projeto Raros, exibindo Filme Demência, de Carlos Reichenbach. A sessão, que presta homenagem à memória do grande cineasta brasileiro há pouco falecido, exibe justamente aquele que ele próprio considerava seu melhor filme, numa edição do já tradicional projeto da Sala P. F. Gastal – criado em maio de 2003 – de exibição de filmes raros e do qual Carlão (como costumava ser chamado por seus amigos e admiradores) era um entusiasta, tendo lhe inspirado inclusive a realização das populares Sessões do Comodoro, no Cinesesc de São Paulo. Colaborador do Raros, com o qual contribuía enviando vários filmes, Reichenbach foi o convidado especial da edição número 100 do projeto, realizada há 5 anos, em 22 de junho de 2007. Na ocasião, Reichenbach participou de uma sessão histórica, exibindo uma versão restaurada de seu clássico Lilian M – Relatório Confidencial (1975).

    A trama de Filme Demência, escrita em conjunto com o crítico de cinema Inácio Araújo, acompanha a trajetória de Fausto, um industrial à beira da falência que num momento de crise rompe seus  laços familiares e munido de uma arma mergulha na noite de São Paulo em busca de um paraíso imaginário. Trata-se de uma livre adaptação do Fausto de Goethe, transposto para a realidade brasileira. O filme conquistou o prêmio de melhor direção para Reichenbach no Festival de Gramado e marcou um momento de virada em sua carreira. No ano seguinte, no mesmo Festival de Gramado, Reichenbach receberia o Kikito de melhor filme com Anjos do Arrabalde, consolidando sua reputação como um dos principais nomes do cinema de autor no país. 

    A sessão de Filme Demência será comentada pelo jornalista Carlos Thomaz Albornoz e pelo montador e professor de cinema Milton do Prado, dois dos maiores amigos e admiradores de Reichenbach em Porto Alegre (Albornoz chegou a atuar em Bens Confiscados, que Carlão rodou no litoral gaúcho).

     

    Filme Demência será exibido numa cópia em DVD da Programadora Brasil, projeto de difusão de filmes do Ministério da Cultura. A sessão tem entrada franca.

    Filme Demência, de Carlos Reichenbach. Brasil, 1985. Com Ênio Gonçalves, Imara Reis, Emílio Di Biasi e Orlando Parolini. Duração: 90 minutos.

  • PREMIADA ANIMAÇÃO GAÚCHA NA 38ª EDIÇÃO DO CURTA NAS TELAS

    PREMIADA ANIMAÇÃO GAÚCHA NA 38ª EDIÇÃO DO CURTA NAS TELAS

    O projeto  Curta nas Telas apresenta, de 15 a 28 de junho de 2012, o premiado curtametragem de animação gaúcho CÉU, INFERNO E OUTRAS PARTES DO CORPO, de Rodrigo John. As exibições ocorrem na Sala 03 do GNC Moinhos, nas sessões das 19h e 21h30, acompanhando os longas Deus da Carnificina (Carnage), de Roman Polanski, e Para Sempre (The Vow), de Michael Sucsy, respectivamente.

    CÉU, INFERNO E OUTRAS PARTES DO CORPO  é o sétimo dos 12 filmes selecionados na 38ª edição do Curta nas Telas  a entrar em exibição. “Ele é um cachorro. Sua ex, uma cadela. Sua vida, osso duro de roer”.. Seguindo esta premissa irônica, a animação visceral de Rodrigo John, com traços de Fábio Zimbres,  acompanha o solitário e surreal cotidiano de um cão enfrentando a dor de um coração partido. Diante de um mundo caótico, quando tudo a sua volta começa a ruir, nada importa para o pobre cão, além da sua própria dor. Uma história tragicômica pontuada ao som de “Loucura”, de Lupicínio Rodrigues. Vencedor, entre outros, dos prêmios de Melhor Curta de Animação no Festival de Brasília, Melhor Curta Metragem Brasileiro no ANIMAGE 2011 e Melhor Curta no último Festival de Gramado.

    Assista ao trailer:

    https://vimeo.com/25436100

  • CINEMATECA PAULO AMORIM EXIBE MOSTRA DE CINEMA INDIANO

    A diversidade do cinema indiano é o tema da nova mostra da Cinemateca Paulo Amorim, que será realizada de 24 de abril a 6 de maio. BHAVA: UNIVERSO DO CINEMA INDIANO reúne 18 filmes em 35mm e é uma iniciativa da Tantri Arte e Cultura, organização cultural que trabalha pelo intercâmbio entre a cultura brasileira e Indiana, em parceria com a Secretaria da Cultura do RS e Instituto Estadual de Cinema (Iecine-RS).

    O programa, que leva em seu nome a palavra BHAVA, do sânscrito emoção, apresenta os diversos sentimentos deste país tão singular e misterioso para os ocidentais. A intenção é valorizar a vasta e diversificada indústria cinematográfica da Índia, oferecendo um diferencial autêntico de seu cinema contemporâneo e desmistificando a ideia de que cinema indiano é somente Bollywood.  “Buscamos reunir todas as vertentes do cinema da Índia, indo muito além da indústria de Bollywood, que representa cerca de 30% da produção total da Índia e já é bastante conhecida no Brasil. Optamos por priorizar todas as demais indústrias do cinema indiano, que se encontram espalhadas pelas principais regiões do país”, destaca Ananda Jyothi, que assina a curadoria da mostra ao lado de Carina Bini.

    As mais de 1.000 produções anuais estão espalhadas por regiões que utilizam suas próprias linguagens e idiomas e também são indústrias importantes, como Cinema Marathi (do estado Maharashtra), Cinema Malayalam (do estado de Kerala), Cinema Telugu (do estado Andhra Pradesh), Cinema Tamil (do estado Tamil Nadu), Cinema Híndi (norte do país), Cinema Bengali (do estado Bengal) e Cinema Kannada (do estado Karnataka). “Neste panorama vamos mostrar as peculiaridades de cada região. Os filmes que estamos trazendo foram todos premiados e fizeram boa bilheteria nos cinemas indianos. Ao mesmo tempo, a mostra alia cinema independente, de arte e super-produções”, completa.

    Entre os destaques, estão obras recentes de mestres como Adoor Gopalakrishnan e de expoentes como Prya Dharshanan, além de um panorama dedicado à filmografia de mulheres cineastas da Índia. Ananda Jyothi chama a atenção para produções como: QUATRO MULHERES, de Adoor Gopalakrishnan, cultuado como o novo Satyajit Ray; DHARM, de Bavana Talwar, filme premiado na Índia e exibido no encerramento de Cannes, em 2007 (a obra inspirou Glória Peres em diversos personagens da novela Caminho das Índias); JUST ANOTHER LOVE STORY, de Kaushik Ganguly, e NAVARASA, de Santosh Shivan, os primeiros dois longas indianos que tratam da questão do homossexualismo, justificados dentro de uma visão bem particular.

    Sobre os curadores:

    Indiano radicado no Brasil há 12 anos, Ananda Jyothi é músico e um inveterado estudioso do cinema indiano. No Brasil dirigiu os documentários Devi Índia Divina e Mantra Tropical. Carina Bini é produtora e roteirista, especializada em cultura indiana, e foi para a India em 1997 estudar o cinema indiano. Roteirista premiada pela ANCINE, trabalha no roteiro de seu primeiro longa metragem, uma co-produção Brasil/ Itália, premiado em 2011 e anunciado no último festival de Cannes, La Ma Mma.

    BHAVA: Universo do Cinema Indiano

    De 24 de abril a 6 de maio (segunda-feira não há sessões)

    Sala Eduardo Hirtz, térreo da Casa de Cultura Mario Quintana (Rua dos Andradas, 736)

    Preços: os mesmos da programação normal
    Filmes em 35mm, com legendagem eletrônica

    Programa completo no site www.bhavacinemaindiano.com e www.ccmq.com.br

    HORÁRIOS  DOS FILMES


    DIA 24 Abril  | Terça

    14h30 – Marinheiro (Kutti Srank) (133min.)

    17h – Naalu Pennungal (Quatro Mulheres) (105min.)

    19h – Dharm (104min.)

     

    DIA 25 Abril | Quarta

    14h30 – Gulabi Talkies (Cinema de Gulabi) (129min.)

    17h – Aadum Koothu (Dança da Vida) (106min.)

    19h – Navarasa (Nove Emoções) (90min.)

    DIA 26 Abril | Quinta

    14:30h – Harishchandrachi Factory (128min.)

    17h –  Gulabi Talkies (Cinema de Gulabi) (129min.)

    19h15 – Paheli (Enigma) (141min.)

     

    DIA 27 Abril | Sexta

    15h – Kalamandalam Gopi (Doc) (43min.)

    16h – Harishchandrachi Factory (128min.)

    19h – Navarasa (Nove Emoções) (90min.)


    DIA 28 Abril | Sábado

    14h30 – Marinheiro (Kutti Srank) (133min.)

    17h – Aadum Koothu (Dança da Vida) (106min.)

    19h – Moner Manush (Homem de Alma) (150min.)

     

    DIA 29 Abril | Domingo

    14h30 – Paheli (Enigma) (141min.)

    17h – Naalu Pennungal (Quatro Mulheres) (105min.)

    19h – Moner Manush (Homem de Alma) (150min.)

     

    DIA 01 Maio| Terça

    15h – Kanchivaram (Cidade da Seda) (117min.)

    17h15 – Naalu Pennungal (Quatro Mulheres) (105min.)

    19h – Just Another Love Story (Mais uma história de amor) (129min.)


    DIA 02 Maio| Quarta

    15h – Dagar (Doc) (63min.)

    17h – Kanchivaram (Cidade da Seda) (117min.)

    19h15 – Just Another Love Story (Mais uma história de amor) (129min.)

     

    PROGRAMAÇÃO ESPECIAL DIRETORAS

     

    DIA 03 Maio| Quinta

    15h – Haat: The weekly Bazar (Haat: O bazaar seminal) (98min.)

    17h –  Ek Cup Chya (Um copo de chai) (120min.)

    19h15 –  Sringaram (Paixão) (117min.)


    DIA 04 Maio| Sexta

    15h – Haat: The weekly Bazar (Haat: O bazaar seminal) (98min.)

    17h – Salam Bombay (113min.)

    19h15 – Dharm (104min.)


    DIA 05 Maio | Sábado

     14h30 –  Sringaram (Paixão) (117min.)

    17h – Dharm (104min.)

    19h – Salam Bombay (113min.)

    DIA 06 Maio | Domingo

    15h –  Pravahi – A Dança de Alarmel Valli (Doc) (30min.)

    Kalamandalam Gopi (Doc) (43min.)

    17h – Ek Cup Chya (Um copo de chai) (120min.)

    19h15 – Dharm (104min.)

  • CLÁSSICOS BRASILEIROS EM CARTAZ NA SALA P. F. GASTAL

     A Sala P. F. Gastal da Usina do Gasômetro (3º andar) exibe a partir de terça-feira, 17 de abril, a mostra Clássicos do Cinema Brasileiro, que reúne sete títulos bastante raros, há muito tempo não apresentados nas salas de cinema locais: Estranho Encontro, de Walter Hugo Khouri; Copacabana Me Engana, de Antônio Carlos da Fontoura; Bonitinha, Mas Ordinária, de J. P. de Carvalho; O Bravo Guerreiro, de Gustavo Dahl; O Homem Nu, de Roberto Santos; Amei um Bicheiro, de Jorge Ileli e Paulo Wanderley; e A Navalha na Carne, de Braz Chediak. As exibições contam com o apoio da Programadora Brasil, projeto do Ministério da Cultura destinado à difusão do cinema brasileiro. Todas as cópias são em DVD, editados a partir de matrizes restauradas pertencentes ao acervo da Cinemateca Brasileira.

    A mostra Clássicos do Cinema Brasileiro permanece em cartaz até o dia 29 de abril, alternando horários com outras programações.

    No dia 21 de abril, a Sala P. F. Gastal abre espaço para uma pequena mostra de filmes programada pelo evento Hanamatsuri, que acontece na Usina do Gasômetro. E no domingo, dia 22, a banda Apanhador Só realiza o lançamento de seu novo clipe, seguido por um pocket show no palco da Sala P. F. Gastal.

             Apenas em sessões fechadas para alunos das escolas da rede municipal, às 9:30 e 14:30, segue a programação do 4º Festival Escolar de Cinema, que se estenderá até 11 de maio.

    PROGRAMAÇÃO

    Estranho Encontro, de Walter Hugo Khouri (Brasil, 1958, 86 minutos)

    Ao dirigir-se para a casa de campo de sua noiva, um rapaz vê, na estrada, uma moça cambaleando. Leva-a consigo e a esconde. Ela fugia do companheiro que a maltratava. Os dois acabam por se apaixonar. Com a traição do caseiro, que informa a localização da moça ao ex-amante, este vem atrás dela disposto a tudo. Segundo filme da longa e peculiar carreira de Walter Hugo Khouri, que cria uma espécie de peça de câmera para cinco atores, ambientada em uma sombria mansão.

    Copacabana Me Engana, de Antônio Carlos da Fontoura (Brasil, 1968, 95 minutos)

    Marquinhos (Carlo Mossy) tem 20 anos e vive em Copacabana com os pais de classe média e o irmão mais velho (Cláudio Marzo). Ele não trabalha, não estuda. Assiste à TV, joga futebol na praia de dia e sai à noite com a turma. Vive ao sabor do momento. Até encontrar Irene (Odete Lara), uma mulher de 40 anos que vive do outro lado da rua e com quem tem um caso que vai mudar sua vida. Com o título saído de uma canção de Caetano Veloso, o diretor Antônio Carlos da Fontoura faz um psicodrama da classe média carioca em meados da década de 1960, com personagens marcantes, elenco de primeira, um excepcional trabalho de câmera e uma trilha sonora de tons tropicalistas. Antológica atuação de Odete Lara.

    Bonitinha, Mas Ordinária, de J. P. de Carvalho (Brasil, 1963, 101 minutos)

    Primeira das três adaptações ao cinema da genial peça de Nelson Rodrigues, Bonitinha, Mas Ordinária é a mais fiel ao texto original e a que mais se concentra nos dilemas éticos do protagonista – um rapaz dividido entre a possibilidade de enriquecimento fácil por meio de um casamento de conveniência e a fidelidade aos seus sentimentos por uma mulher da mesma classe social. Dirigido por J. P. de Carvalho, o filme preserva o fraseado inigualável de Rodrigues e abre espaço para grandes interpretações de Jece Valadão, Odete Lara e Fregolente.

    O Bravo Guerreiro, de Gustavo Dahl (Brasil, 1969, 80 minutos)

    Miguel Horta (Paulo César Pereio), jovem deputado da oposição, decide mudar de partido para se infiltrar no governo, pois julga que só pode fazer algo pela causa pública se estiver no poder. Um dos mais importantes e menos conhecidos filmes políticos da segunda fase do Cinema Novo, O Bravo Guerreiro pode ser visto como uma espécie de negativo de Terra em Transe (1967), de Glauber Rocha. Se a obra-prima de Glauber Rocha era alegórica, barroca e explosiva, o longa-metragem de estreia de Gustavo Dahl é realista, contido e cerebral. Mas os dois têm em comum não apenas um protagonista perdido entre diferentes projetos políticos, como também a capacidade de se manterem atuais e lúcidos até hoje, mesmo retratando as paixões ideológicas do Brasil dos anos 1960.

    O Homem Nu, de Roberto Santos (Brasil, 1968, 112 minutos)

    Um folclorista, depois de uma farra com amigos, fica trancado nu do lado de fora de um apartamento, e tem de enfrentar o falso moralismo da população carioca. Um dos filmes mais engraçados e críticos dos anos 1960, O Homem Nu revela-se muito mais do que uma comédia de costumes. Paulo José está excelente como o homem que cai na farra da noite carioca e se envolve em inúmeras confusões por causa de um pequeno incidente: um lençol que se prende na porta de um apartamento. Delicioso de se ver, o filme ainda conta com a presença de Leila Diniz em um papel pequeno, mas importante.

    Amei um Bicheiro, de Jorge Ileli e Paulo Wanderley (Brasil, 1952, 88 minutos)

    Produzido pela Atlântida no início dos anos 1950, o filme marca a estreia na direção de cinema do crítico Jorge Ileli (1925-2003), que trabalha em parceria com o cineasta Paulo Wanderley (1903-1973). Inspirados pelos grandes sucessos norte-americanos, Ileli e Wanderley caminham no sentido contrário à tendência do estúdio naquela época, as chanchadas. Além de apostarem em um novo gênero – o policial –, eles perseguem uma excelência técnica, que seria notada nas avaliações dos críticos, sempre em contraste com a precariedade das produções dominantes. O filme foi um sucesso de público, de crítica e valeu à dupla de cineastas o prêmio de direção do 1º Festival Cinematográfico do Distrito Federal de 1953.

    A Navalha na Carne, de Braz Chediak (Brasil, 1970, 91 minutos)

    A menos conhecida e talvez a mais cinematográfica das grandes adaptações de peças de teatro para o cinema no Brasil. Dirigida por Braz Chediak a partir do texto do dramaturgo Plínio Marcos, o filme ainda hoje impressiona pela crueza das situações, pela ousadia de um prólogo de quase 30 minutos sem diálogos e pelas excepcionais interpretações de Glauce Rocha, Jece Valadão e Emiliano Queiroz. Mas, acima de tudo, pela capacidade do diretor de transformar em grande cinema um duelo verbal com apenas três atores, passado em tempo real, em um quartinho de pensão.

    GRADE DE HORÁRIOS

    17 a 22 de abril de 2012

    17 de abril (terça-feira)

    09:30 – 4º Festival Escolar de Cinema (sessão fechada)

    14:30 – 4º Festival Escolar de Cinema (sessão fechada)

    17:00 – Copacabana Me Engana (Mostra Clássicos do Cinema Brasileiro)

    19:00 – Bonitinha, Mas Ordinária (Mostra Clássicos do Cinema Brasileiro)

    18 de abril (quarta-feira)

    09:30 – 4º Festival Escolar de Cinema (sessão fechada)

    14:30 – 4º Festival Escolar de Cinema (sessão fechada)

    17:00 – O Bravo Guerreiro (Mostra Clássicos do Cinema Brasileiro)

    19:00 – O Homem Nu (Mostra Clássicos do Cinema Brasileiro)

    19 de abril (quinta-feira)

    09:30 – 4º Festival Escolar de Cinema (sessão fechada)

    14:30 – 4º Festival Escolar de Cinema (sessão fechada)

    17:00 – Amei um Bicheiro (Mostra Clássicos do Cinema Brasileiro)

    19:00 – A Navalha na Carne (Mostra Clássicos do Cinema Brasileiro)

    20 de abril (sexta-feira)

    09:30 – 4º Festival Escolar de Cinema (sessão fechada)

    14:30 – 4º Festival Escolar de Cinema (sessão fechada)

    17:00 – Estranho Encontro (Mostra Clássicos do Cinema Brasileiro)

    19:00 – Lançamento do curta A Evolução

    21 de abril (sábado)

    15:00 – Mostra Hanamatsuri (MSF – Unlimited)

    16:00 – Mostra Hanamatsuri (A Vida de Buda)

    19:00 – Mostra Hanamatsuri (Playing For Change: Peace Through Music)

    22 de abril (domingo)

    19:00 – Lançamento do clipe da banda Apanhador Só

    22:00 – Lançamento do clipe da banda Apanhador Só