
Já estão abertas as inscrições para o Festival de Gramado.

Já estão abertas as inscrições para o Festival de Gramado.
A adaptação do romance homônimo Eu Receberia as Piores Notícias dos seus Lindos Lábios estreia dia 20 de abril, mas já anda arrebatando nas sessões fechadas para a imprensa e nos festivais por onde tem passado. Já faturou prêmios como o de Melhor Atriz para Camila Pitanga no Festival do Rio 2011, Prêmio Itamaraty de Melhor Longa Metragem de Ficção Brasileiro na Mostra Internacional de São Paulo e Prêmio Cólon de Oro de Melhor Longa Metragem no Festival Cine Iberoamericano de Huelva 2011.
O longa conta a história do triângulo amoroso entre Lavínia, uma mulher multifacetada e cheia de mistérios, Cauby, um fotógrafo de passagem pelo interior da Amazônia e Ernani, um engajado pastor da comunidade local.
Eu Receberia as Piores Notícias dos Seus Lindos Lábios é a segunda direção conjunta de Beto Brant e Renato Ciasca (Cão Sem Dono foi a outra). Mas eles já são parceiros em sete longas, na maioria das vezes com adaptações do escritor Marçal Aquino, que também participa na elaboração dos roteiros. Aquino relata o seu desprendimento no momento em que concorda com a adaptação de suas obras:
“Nunca tive nenhum tipo de resistência em relação às mudanças na hora de transpor uma história minha do livro para o roteiro. Acho que a experiência literária, individual, solitária, acaba no momento em que coloco um ponto final no livro. A partir daí, existindo interesse na adaptação, todo meu esforço passa a ser no sentido de ajudar a tornar possível aquilo que o diretor está imaginando. Ter desprendimento é indispensável. Afinal, vai sempre preponderar a visão e as concepções de quem enxergou no livro um filme”.
Na adaptação cinematográfica, Beto Brant e Renato Ciasca optaram por algumas mudanças no contexto político para tornar a obra mais atual. O livro tem como pano de fundo os hábitos e a cultura dos garimpeiros, mas Brant justifica por que optaram por retratar o drama do desmatamento:
“É uma questão que está acontecendo neste momento. O garimpo saiu do quadro porque ele foi evento há dez anos atrás. A gente trouxe a história para o presente (…). Nós vimos ali um conflito que estava realmente acontecendo e envolvendo pessoas que defendiam a terra. Não estavam de passagem, como os garimpeiros. Eram nativos, que tinham ancestrais ali, gerações e gerações defendendo a terra, com um desejo de ocupação, não de exploração. Naquele momento, a gente viu que o conflito era atual e que seria muito legal tomar o partido dessas pessoas que têm essa ligação com a terra e estão defendendo o direito ancestral de morar naquele lugar”.
Ao ver o filme, notamos a profunda relação que toda a equipe estabeleceu com o Pará. É um olhar contemplativo e apaixonado que só um viajante tem. Explorar novos estados e conhecer novas culturas é mais uma característica da dupla de diretores que já filmaram nos estados de Mato Grosso do Sul, Minas Gerais, São Paulo e Rio Grande do Sul.
O aspecto mais marcante do filme é a força de Lavínia, interpretada por Camila Pitanga. Marçal Aquino afirma que é a personagem feminina de mais personalidade que já criou. Camila fez um excelente trabalho de pesquisa para compor essa mulher tão complexa e conseguiu a interpretação mais arrebatadora de sua carreira. Ela explica um pouco mais sobre o que entendeu dessa mulher tão cheia de nuances:
“São praticamente quatro Lavínias: a Lavínia que se joga no fogo; a Lavínia-Shirley que não tem medo, que bate na porta do Cauby, que não contém as suas paixões; tem a outra Lavínia que é a missionária, da luta, digamos, mais política, e que verdadeiramente ama aquele pastor; e ainda tem a fase dela antes, no Rio, mais jovem, totalmente desencantada da vida. Depois, ela vive outro embotamento de si mesma. São muitas mulheres”.
O Cinemáticos já conferiu esse belíssimo filme e adianta: vale a pena continuar acompanhando as informações e se deixar levar pela envolvente obra. Na véspera do dia 20 de abril, postaremos a crítica completa do longa. Agora é só esperar e curtir o trailer.
Hoje temos uma estreia muito aguardada pela equipe do Cinemáticos e por muitos fãs de um ícone do rock nacional. Após quase um mês de seu lançamento oficial, Raul – O Início, O Fim e o Meio chega aos cinemas da região sul do país nesta sexta.
Confesso que na maioria das vezes que estreia uma biografia sobre um artista torço o nariz, pois tendem a ser parciais e normalmente possuem uma visão idealista de um fã sobre seu ídolo. No entanto, o longa consegue explorar o potencial de Raul Seixas não apenas como um ícone, mas como um personagem complexo, com seus altos e baixos, ideologias e vícios, uma pessoa de carne e osso. Isso comunica tanto aos mais fanáticos, quanto a quem não conhece tanto sobre a vida do cantor, aumentando as chances de obter uma boa bilheteria.
Conforme já adiantamos na prévia, o longa relata a carreira do cantor dos primórdios à decadência. Através de entrevistas de amigos (Caetano Veloso, Marcelo Nova e Paulo Colelho, este último mais parceiro que amigo) e uma excelente pesquisa de imagens de arquivo, entendemos melhor os desejos, o processo criativo e o estilo de vida de Raul Seixas.
Ao vermos as ilustrações que Raul fazia quando era criança, já percebemos sua necessidade de reconhecimento. Ele reproduzia vários posters de filmes em que se intitulava diretor e produtor ou se retratava como um artista conhecido no mundo todo. Em seguida, acompanhamos a rebeldia de sua adolescência quando se filiou ao Elvis Rock Club e se juntou à primeira banda, a Relâmpagos do Rock.
Uma das entrevistas mais desejadas pelo diretor Walter Carvalho foi a de Paulo Coelho. Percebemos que existia uma forte rivalidade entre Paulo e Raul. Segundo o escritor, a convivência acabou transformando a relação deles em uma espécie de casamento sem sexo. Haviam períodos em que brigavam muito, achando que um estava tentando se mostrar superior ao outro. Sua entrevista realmente faz a diferença e dá um toque de humor ao filme principalmente na cena em que ele chama uma mosca que atrapalhava seu depoimento de Raul. “Não vou matar porque acho que é interessante”, afirma o escritor, mas em seguida dá um tapa no inseto e sorri para a câmera.
O filme também abrange a polêmica parceria de Raul, já em seus últimos anos de vida, e Marcelo Nova. As especulações sobre o vocalista do Camisa de Vênus ter se aproveitado do músico baiano são colocadas pela secretária e por Lena, ex-mulher de Raul. No entanto, amigos como Caetano Veloso, afirmam que nunca viram as coisas dessa maneira e achavam Nova uma pessoa muito nobre por estar retribuindo um favor. Dar os dois lados foi a melhor alternativa, pois permite que o espectador decida que partido tomar.
Um dos momentos mais interessantes do longa é quando vemos um depoimento de Raul afirmando que não queria ser classificado como um músico para classe A ou D. Ele sempre misturou sonoridades diferentes como rock ‘n’ roll e música popular. Seu objetivo era unicamente transmitir a mensagem a que se propôs. Isso é algo que se deve levar para todos os meios artísticos. Se você for verdadeiro, as pessoas entenderão o que você quer dizer, não importa qual seja o público.
A forma com que Walter Carvalho retratou a morte do cantor manteve o tom sutil de homenagem sem pender para a exploração. Querendo ou não, precisamos concordar com Marcelo Nova: Raul morreu de pé, aplaudido e com muitos admiradores. O que ele queria dizer foi entendido.
Secretaria da Cultura do Estado – Sedac, referente ao edital número 2 do FAC: http://www.lic.rs.gov.br/uploads/1334346357Edital_n_2_de_2012_Desenv_da_Economia_da_Cultura_FAC_Sociedade_Civil.pdf
ATENÇÃO! O edital encerra no dia 17 de maio!!!
Aqueles que não possuem cadastro como produtor cultural junto à SEDAC (CEPC) devem fazer sua inscrição o mais breve possível, pois somente poderão participar do edital com o cadastro válido. A inscrição leva em torno de 10 dias para ser validada. O cadastro CEPC pode ser feito através do site:
http://www.lic.rs.gov.br/index.php?menu=facinf
Para participar do edital como Pessoa Física (não esqueçam que o desconto de IR é maior neste caso), é necessária a inscrição no Cadastro Especial do INSS, que pode ser feito através do site:
http://www2.dataprev.gov.br/ceiweb/index.view

Mantenha-se informado também no Facebook!
Curta nossa página: https://www.facebook.com/aptcabdrs

La Cinta Corta es un Festival Itinerante de Cine que desde el año 2005 realiza proyecciones de cortometrajes en diferentes pueblos, comunidades y ciudades de Latinoamérica, trabajando de manera independiente y sin fines de lucro, tejiendo redes para la difusión del cine independiente de la región, propiciando el intercambio cultural de nuestros pueblos y la democratización de las actividades artístico-culturales para que éstas sean accesibles a toda la población. Las proyecciones son libres y gratuitas, en espacios alternativos como plazas, calles, escuelas, antiguos cines, etc. Buscamos tender un puente entre un cine de escasa difusión y aquellos sectores que por diversos motivos no han podido acceder a este tipo de propuestas. Los cortometrajes que se proyectan son sumamente variados en temáticas, géneros y técnicas, intentando mostrar la diversidad que caracteriza al cine latinoamericano. Contribuyendo a la democratización del acceso a las herramientas de producción audiovisual, LCC realiza también talleres de video-creación.
A Sala P. F. Gastal da Usina do Gasômetro (3º andar) exibe a partir de terça-feira, 17 de abril, a mostra Clássicos do Cinema Brasileiro, que reúne sete títulos bastante raros, há muito tempo não apresentados nas salas de cinema locais: Estranho Encontro, de Walter Hugo Khouri; Copacabana Me Engana, de Antônio Carlos da Fontoura; Bonitinha, Mas Ordinária, de J. P. de Carvalho; O Bravo Guerreiro, de Gustavo Dahl; O Homem Nu, de Roberto Santos; Amei um Bicheiro, de Jorge Ileli e Paulo Wanderley; e A Navalha na Carne, de Braz Chediak. As exibições contam com o apoio da Programadora Brasil, projeto do Ministério da Cultura destinado à difusão do cinema brasileiro. Todas as cópias são em DVD, editados a partir de matrizes restauradas pertencentes ao acervo da Cinemateca Brasileira.
A mostra Clássicos do Cinema Brasileiro permanece em cartaz até o dia 29 de abril, alternando horários com outras programações.
No dia 21 de abril, a Sala P. F. Gastal abre espaço para uma pequena mostra de filmes programada pelo evento Hanamatsuri, que acontece na Usina do Gasômetro. E no domingo, dia 22, a banda Apanhador Só realiza o lançamento de seu novo clipe, seguido por um pocket show no palco da Sala P. F. Gastal.
Apenas em sessões fechadas para alunos das escolas da rede municipal, às 9:30 e 14:30, segue a programação do 4º Festival Escolar de Cinema, que se estenderá até 11 de maio.
PROGRAMAÇÃO
Estranho Encontro, de Walter Hugo Khouri (Brasil, 1958, 86 minutos)
Ao dirigir-se para a casa de campo de sua noiva, um rapaz vê, na estrada, uma moça cambaleando. Leva-a consigo e a esconde. Ela fugia do companheiro que a maltratava. Os dois acabam por se apaixonar. Com a traição do caseiro, que informa a localização da moça ao ex-amante, este vem atrás dela disposto a tudo. Segundo filme da longa e peculiar carreira de Walter Hugo Khouri, que cria uma espécie de peça de câmera para cinco atores, ambientada em uma sombria mansão.
Copacabana Me Engana, de Antônio Carlos da Fontoura (Brasil, 1968, 95 minutos)
Marquinhos (Carlo Mossy) tem 20 anos e vive em Copacabana com os pais de classe média e o irmão mais velho (Cláudio Marzo). Ele não trabalha, não estuda. Assiste à TV, joga futebol na praia de dia e sai à noite com a turma. Vive ao sabor do momento. Até encontrar Irene (Odete Lara), uma mulher de 40 anos que vive do outro lado da rua e com quem tem um caso que vai mudar sua vida. Com o título saído de uma canção de Caetano Veloso, o diretor Antônio Carlos da Fontoura faz um psicodrama da classe média carioca em meados da década de 1960, com personagens marcantes, elenco de primeira, um excepcional trabalho de câmera e uma trilha sonora de tons tropicalistas. Antológica atuação de Odete Lara.
Bonitinha, Mas Ordinária, de J. P. de Carvalho (Brasil, 1963, 101 minutos)
Primeira das três adaptações ao cinema da genial peça de Nelson Rodrigues, Bonitinha, Mas Ordinária é a mais fiel ao texto original e a que mais se concentra nos dilemas éticos do protagonista – um rapaz dividido entre a possibilidade de enriquecimento fácil por meio de um casamento de conveniência e a fidelidade aos seus sentimentos por uma mulher da mesma classe social. Dirigido por J. P. de Carvalho, o filme preserva o fraseado inigualável de Rodrigues e abre espaço para grandes interpretações de Jece Valadão, Odete Lara e Fregolente.
O Bravo Guerreiro, de Gustavo Dahl (Brasil, 1969, 80 minutos)
Miguel Horta (Paulo César Pereio), jovem deputado da oposição, decide mudar de partido para se infiltrar no governo, pois julga que só pode fazer algo pela causa pública se estiver no poder. Um dos mais importantes e menos conhecidos filmes políticos da segunda fase do Cinema Novo, O Bravo Guerreiro pode ser visto como uma espécie de negativo de Terra em Transe (1967), de Glauber Rocha. Se a obra-prima de Glauber Rocha era alegórica, barroca e explosiva, o longa-metragem de estreia de Gustavo Dahl é realista, contido e cerebral. Mas os dois têm em comum não apenas um protagonista perdido entre diferentes projetos políticos, como também a capacidade de se manterem atuais e lúcidos até hoje, mesmo retratando as paixões ideológicas do Brasil dos anos 1960.
O Homem Nu, de Roberto Santos (Brasil, 1968, 112 minutos)
Um folclorista, depois de uma farra com amigos, fica trancado nu do lado de fora de um apartamento, e tem de enfrentar o falso moralismo da população carioca. Um dos filmes mais engraçados e críticos dos anos 1960, O Homem Nu revela-se muito mais do que uma comédia de costumes. Paulo José está excelente como o homem que cai na farra da noite carioca e se envolve em inúmeras confusões por causa de um pequeno incidente: um lençol que se prende na porta de um apartamento. Delicioso de se ver, o filme ainda conta com a presença de Leila Diniz em um papel pequeno, mas importante.
Amei um Bicheiro, de Jorge Ileli e Paulo Wanderley (Brasil, 1952, 88 minutos)
Produzido pela Atlântida no início dos anos 1950, o filme marca a estreia na direção de cinema do crítico Jorge Ileli (1925-2003), que trabalha em parceria com o cineasta Paulo Wanderley (1903-1973). Inspirados pelos grandes sucessos norte-americanos, Ileli e Wanderley caminham no sentido contrário à tendência do estúdio naquela época, as chanchadas. Além de apostarem em um novo gênero – o policial –, eles perseguem uma excelência técnica, que seria notada nas avaliações dos críticos, sempre em contraste com a precariedade das produções dominantes. O filme foi um sucesso de público, de crítica e valeu à dupla de cineastas o prêmio de direção do 1º Festival Cinematográfico do Distrito Federal de 1953.
A Navalha na Carne, de Braz Chediak (Brasil, 1970, 91 minutos)
A menos conhecida e talvez a mais cinematográfica das grandes adaptações de peças de teatro para o cinema no Brasil. Dirigida por Braz Chediak a partir do texto do dramaturgo Plínio Marcos, o filme ainda hoje impressiona pela crueza das situações, pela ousadia de um prólogo de quase 30 minutos sem diálogos e pelas excepcionais interpretações de Glauce Rocha, Jece Valadão e Emiliano Queiroz. Mas, acima de tudo, pela capacidade do diretor de transformar em grande cinema um duelo verbal com apenas três atores, passado em tempo real, em um quartinho de pensão.
GRADE DE HORÁRIOS
17 a 22 de abril de 2012
17 de abril (terça-feira)
09:30 – 4º Festival Escolar de Cinema (sessão fechada)
14:30 – 4º Festival Escolar de Cinema (sessão fechada)
17:00 – Copacabana Me Engana (Mostra Clássicos do Cinema Brasileiro)
19:00 – Bonitinha, Mas Ordinária (Mostra Clássicos do Cinema Brasileiro)
18 de abril (quarta-feira)
09:30 – 4º Festival Escolar de Cinema (sessão fechada)
14:30 – 4º Festival Escolar de Cinema (sessão fechada)
17:00 – O Bravo Guerreiro (Mostra Clássicos do Cinema Brasileiro)
19:00 – O Homem Nu (Mostra Clássicos do Cinema Brasileiro)
19 de abril (quinta-feira)
09:30 – 4º Festival Escolar de Cinema (sessão fechada)
14:30 – 4º Festival Escolar de Cinema (sessão fechada)
17:00 – Amei um Bicheiro (Mostra Clássicos do Cinema Brasileiro)
19:00 – A Navalha na Carne (Mostra Clássicos do Cinema Brasileiro)
20 de abril (sexta-feira)
09:30 – 4º Festival Escolar de Cinema (sessão fechada)
14:30 – 4º Festival Escolar de Cinema (sessão fechada)
17:00 – Estranho Encontro (Mostra Clássicos do Cinema Brasileiro)
19:00 – Lançamento do curta A Evolução
21 de abril (sábado)
15:00 – Mostra Hanamatsuri (MSF – Unlimited)
16:00 – Mostra Hanamatsuri (A Vida de Buda)
19:00 – Mostra Hanamatsuri (Playing For Change: Peace Through Music)
22 de abril (domingo)
19:00 – Lançamento do clipe da banda Apanhador Só
22:00 – Lançamento do clipe da banda Apanhador Só
O Programa Cinema do Brasil abre convocatória para a inscrição de filmes a serem catalogados e disponibilizados para exibição permanente no CINANDO: http://www.cinando.com
Nesses últimos anos, após realizar encontros de coprodução e investir na promoção do cinema brasileiro no exterior, percebemos que um dos pontos fracos da trajetória dos filmes nacionais ainda é a venda para o mercado internacional.
Ao longo deste ano, o Programa vai ampliar a sua atuação também na divulgação dos filmes e nas estratégias que despertem o interesse internacional na distribuição dos produtos brasileiros. Para isso, é extremamente importante que os filmes estejam acessíveis aos players do mercado.
Um dos canais para viabilizar essa estratégia é o Cinando, que é um site dedicado à indústria do cinema e que reúne informações sobre filmes e projetos, além de gerar a maior rede de contatos entre produtores, distribuidores e agentes de vendas. Durante os principais festivais e marcados internacionais, o Cinando também promove a divulgação dos filmes e das pessoas que estarão presentes nos eventos.
O Cinema do Brasil fez uma parceria com o Cinando e a partir deste ano também vai oferecer a todos os associados que estiverem em dia com o Programa a possibilidade de exibirem seus filmes no site, na Cinando Online Screening Room.
Gostaríamos de lançar a página do Cinema do Brasil no Cinando com esse conteúdo durante o Festival de Cannes. Com isso, o programa pretende oferecer mais uma ferramenta que potencialize o fechamento de negócios no evento. Os filmes também ficarão disponíveis após o festival, por um período de até um ano.
As produtoras que não participarem do Festival de Cannes também podem se inscrever nesta convocatória, respeitando o prazo de inscrição abaixo.
COMO FUNCIONA
Os filmes inscritos poderão ser assistidos através de uma permissão, que será concedida somente pelo Cinema do Brasil. Para isso, os profissionais internacionais deverão acessar a página do filme no Cinando e nos enviar uma solicitação pessoal, que só será permitida após uma consulta com a produtora associada responsável, que autorizará ou não a exibição. Cada streaming fica acessível por apenas 24h.
A exibição é restrita e permitida apenas para aqueles profissionais que a produtora associada julgar apropriados e estratégicos aos seus negócios. Não se trata de download de conteúdo, e sim streaming.
INSCRIÇÃO
1- Cada produtora poderá inscrever de 01 a 03 filmes prontos recentes (2010/2011/2012) ou trailer/promo reel de projetos. Para cada filme/projeto, é necessário preencher o formulário a seguir: https://docs.google.com/spreadsheet/viewform?formkey=dGFvdnJuejNKdjRUanpKREdzbVVYR0E6MQ#gid=0
2- Enviar a imagem do cartaz do filme para o e-mail info@cinemadobrasil.org.br com o assunto: INSCRIÇÃO CINANDO/NOME DO FILME
3- Os filmes deverão ser digitalizados e formatados nos padrões técnicos obrigatórios exigidos pelo Cinando:
PARA FULL MOVIE:
• Format accepted: mp[e]g, avi, vob, mov, mp4 – file size < 5 GB
• Encoding: resolution 720×576/480 or better – bitrate > 2MBit/s – 48kHz sound PCM / MPEG-2 audio / AC3 / AAC / WMA (if possible > 128 kBit/s)
• Multiplexed file only (audio and video in one file) – no anamorphic material. (file has to be 4:3 or 16:9 originally).
PARA TRAILER/PROMO REEL:
• Format accepted: mp[e]g, avi, vob, mov, mp4. Maximum size is 100MB.
• Resolution: 720×576/480
• Bitrate > 2MBit/s – 48kHz sound PCM / MPEG-2 audio / AC3 / AAC / WMA (if possible > 128 kBit/s)
• Only accepts multiplexed files (audio and video in one file).
• No anamorphic video material. (file has to be 4:3 or 16:9 originally)
4- É recomendável que o filme tenha legendas em inglês.
5- Após a formatação acima, o filme digitalizado deverá ser gravado e enviado para o Cinema do Brasil, que fará o upload de todos os arquivos. Endereço: Av. Paulista, 1313 – Cj. 901 São Paulo – SP – Brasil – 01311-923
PRAZO FINAL PARA INSCRIÇÃO E RECEBIMENTO DOS FILMES: 19 DE ABRIL
Emissoras de TV por assinatura estão apostando em pequenos programas, de cerca de três minutos, durante seus intervalos comerciais para preencher a cota de produções nacionais, exigida pela nova lei da TV paga.
De acordo com o jornal O Estado de S. Paulo, alguns canais, como a Discovery e o Universal Channel, já estão fazendo encomendas para produtoras nacionais. Um exemplo é a série ”Corta!”, formada por pequenas esquetes e produzida pela 2DLab, que também é responsável pela animação Meu Amigãozão do Discovery Kids.
A série contará com 26 episódios de aproximadamente três minutos cada na primeira temporada. O Universal já investiu R$ 85 mil no desenvolvimento do programa, com previsão de estreia para março de 2013.
Para o Discovery, a 2DLab está produzindo depoimentos do navegador Amyr Klink sobre a série Planeta Gelado para os intervalos. O canal infantil do grupo, deverá receber novos quadros musicais com artistas brasileiros, como já acontece hoje com a dupla do Palavra Cantada.
*Com informações do jornal o Estado de S. Paulo